segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
Economia goiana está entre as 3 que mais crescem no país

Economia goiana está entre as 3 que mais crescem no país

No acumulado deste ano, o estado registrou crescimento de 4,8%, segundo monitoramento do Banco Central.

29 de dezembro de 2025

Goiás mantém trajetória de expansão acima da média brasileira e consolida sua posição como um dos principais motores econômicos do país. No acumulado do ano, o estado registrou crescimento de 4,8% na atividade econômica. Segundo o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) — indicador do Banco Central analisado pelo Instituto Mauro Borges (IMB).

Este resultado coloca Goiás como a segunda economia que mais cresceu no Brasil, atrás apenas do Pará. E representa o dobro da média nacional no mesmo período (2,4%). No recorte de 12 meses, a economia goiana cresceu 4,6%, garantindo a 3ª colocação no ranking nacional, frente aos 2,5% do índice brasileiro.

A comparação interanual — entre outubro de 2025 e outubro de 2024 — reforça o descolamento goiano da realidade econômica brasileira. Enquanto o país registrou crescimento tímido de 0,4%, Goiás avançou 4,7%, novamente ocupando a 3ª colocação no cenário nacional.

Já na variação mensal com ajuste sazonal (outubro x setembro de 2025), a economia local cresceu 2,7%, enquanto o Brasil registrou queda de 0,2%.

Este desempenho indica que o estado entra em 2026 em posição vantajosa, com capacidade de atrair novos investimentos, estimular empregos e ampliar arrecadação — consolidando seu papel no mapa do desenvolvimento brasileiro.

PIB x IBCR

Embora o PIB seja o indicador macroeconômico mais conhecido, sua divulgação trimestral limita o monitoramento contínuo do ritmo econômico. Nesse contexto, o IBCR — Índice de Atividade Econômica Regional, calculado pelo Banco Central, funciona como um termômetro de curto prazo, acompanhado mensalmente.

O índice utiliza dados da Pesquisa Industrial Anual (PIA), Pesquisa Anual de Serviços (PAS), Produção Agrícola Municipal (PAM), entre outros levantamentos, permitindo leitura mais rápida e dinâmica da performance econômica dos estados.

Saiba mais: Economistas avaliam impactos da desaceleração do PIB

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