quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
Produção industrial goiana cresce 2,6%, diz IBGE

Produção industrial goiana cresce 2,6%, diz IBGE

O crescimento registrado em novembro do ano passado foi puxado pelos produtos alimentícios

14 de janeiro de 2026

A fabricação de produtos alimentícios puxou o crescimento da produção industrial em Goiás

A produção industrial goiana cresceu 2,6% em novembro do ano passado em relação ao mesmo mês de 2024. Com o resultado, o acumulado em 12 meses se manteve positivo, com alta de 2,3%.

A informação foi divulgada nesta quarta-feira (14) pelo IBGE, ao ressaltar que a produção industrial goiana registrou queda 6,4% (a maior do país) em novembro, quando comparado a outubro do ano passado.

Destaques

Na comparação com novembro de 2024, o crescimento de 2,6% da produção industrial goiana foi resultado da alta de 7 dos 13 setores investigados. Dentre eles, os mais relevantes foram: fabricação de produtos alimentícios (3,7%) e de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (11,5%).

Por outro lado, as maiores influências negativas para o índice goiano foram das atividades de fabricação de produtos de minerais não metálicos (-33,5%), de produtos químicos (-3,7%) e confecção de artigos do vestuário e acessórios (-7,9%).

Brasil

A produção industrial brasileira andou de lado em novembro. Conforme pesquisa do IBGE, a indústria ficou estagnada em novembro (0,0%) na comparação com outubro. Frente a novembro do ano passado, a queda verificada na produção industrial é de 1,2%.  

Apesar do resultado neutro no agregado de novembro, 8 dos 15 locais pesquisados registraram crescimento no mês, revelando um quadro regional desigual.

Os maiores avanços foram em Mato Grosso (7,2%) e Espírito Santo (4,4%),  Paraná (1,1%), Pernambuco (0,9%), Minas Gerais (0,9%), Bahia (0,9%), Rio Grande do Sul (0,6%) e Região Nordeste (0,1%).

Na outra ponta, Goiás (-6,4%) liderou as perdas, interrompendo quatro meses de crescimento. Amazonas (-2,8%), Ceará (-2,6%), Rio de Janeiro (-1,9%), Santa Catarina (-0,8%) e Pará (-0,5%) também recuaram. São Paulo, que concentra cerca de 33% da indústria nacional, caiu 0,6% pelo terceiro mês seguido, acumulando -2,9%; o parque paulista está 2,8% abaixo do nível pré-pandemia e 23,8% aquém do pico de 2011.

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