terça-feira, 10 de março de 2026
Usina solar de mais de R$ 1 bi entra em operação em Goiás

Usina solar de mais de R$ 1 bi entra em operação em Goiás

Complexo tem capacidade para suprir continuamente uma cidade de 365 mil habitantes

10 de março de 2026

O complexo tem 452 MW de capacidade, o suficiente para suprir uma cidade de 365 mil habitantes

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) deu seu aval para o início da operação de uma usina solar que recebeu um investimento de R$ 1,3 bilhão em Goiás. 

A empresa Newave Energia foi autorizada a iniciar a operação comercial das Usinas Fotovoltaicas de Barro Alto I e VI, que ficam em um gigantesco complexo solar na região dos municípios de Barro Alto e Vila Propício.

As usinas I e VI possuem 50 megawatts (MW) de capacidade cada. As outras cinco usinas do complexo Barro Alto já haviam sido autorizadas anteriormente. O projeto totaliza 452 megawatts, capacidade suficiente para suprir energeticamente de forma contínua uma cidade com 365 mil habitantes. 

O complexo é uma colaboração entre as empresas Gerdau, maior multinacional brasileira produtora de aço, e Newave Capital, gestora de investimentos brasileira focada no setor elétrico, através de um empreendimento em conjunto chamado de Newave Energia. 

O investimento bilionário foi financiado em parte com apoio da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), via Banco do Brasil.

O financiamento, completamente nacional, também contou com mais de R$ 900 milhões captados em um Fundo de Investimento em Participações em que participaram mais de 15 mil investidores.

Obras

As obras começaram em 2024, após uma reunião com o governador Ronaldo Caiado. Foram instalados mais de 730 mil módulos fotovoltaicos em uma área aproximada de 800 hectares O projeto é tão ambicioso que gerou 1,5 mil empregos diretos. Quando entrar em operação, o Completo Barro Alto aumentará em 22% a capacidade de energia solar do estado. 

A usina fornecerá parte da energia gerada para as unidades produtivas da empresa Gerdau no Brasil, que atualmente vive um processo de descarbonização. 

Além disso, atenderá clientes do Mercado Livre de Energia. Neste segmento, os consumidores podem escolher seus fornecedores e estabelecer contratos com prazos e preços específicos.

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