terça-feira, 28 de maio de 2024
Goiás foi o quarto Estado que mais gerou empregos até agosto

Goiás foi o quarto Estado que mais gerou empregos até agosto

  De janeiro a agosto deste ano, Goiás foi o quarto Estado que mais gerou empregos com carteira assinada (42.825), atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (21/9). Goiânia, com 7.045 novos postos de […]

22 de setembro de 2018

 

De janeiro a agosto deste ano, Goiás foi o quarto Estado que mais gerou empregos com carteira assinada (42.825), atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais e Paraná, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho nesta sexta-feira (21/9). Goiânia, com 7.045 novos postos de trabalho, e Cristalina com 5.772, foram os destaques neste período.

Em agosto, Goiás criou 4.721 vagas de trabalho. O resultado positivo indica o melhor resultado para o mês desde 2011. O setor de serviços foi o que mais o mais contribui para a geração de empregos no mês passado, com a criação de 2.088 novos postos de trabalho. O comércio foi o segundo que mais abriu vagas, 935 (488 no comércio varejista e 447 no atacadista), seguido da construção civil, com 759 empregos com carteira assinada.

Os municípios que tiveram maior variação formal de trabalho no último mês foram Goiânia, com 1.486 empregos. Em seguida, vêm Aparecida de Goiânia, com 1192, e Cristalina, 823. Já o salário médio pago em Goiás aumentou em agosto, chegando a R$ 1.326,61, 1,58% a mais do que era pago em julho.

Brasil

No país, foram gerados 110,4 mil novos empregos com carteira assinada no mês passado. O dado indica o melhor resultado para o mês desde 2013. Sete dos oito setores da economia contrataram novos trabalhadores, com liderança dos serviços, que geraram 66,2 mil postos de trabalho. Os novos contratos intermitentes seguem ganhando espaço gradualmente e quase 4 mil empregados foram contratados sob o novo regime no mês.

Todos os subsetores relacionados à prestação de serviços contrataram. No primeiro mês do segundo semestre do calendário escolar, o ensino foi responsável pela geração de 20,3 mil empregos. Em seguida, apareceram a administração de imóveis (18 mil) e os serviços de alojamento e alimentação (12,8 mil). Além dos serviços, comércio, com 17,8 mil empregos, e a indústria de transformação, com outros 15,7 mil postos, também tiveram participação importante na ampliação do emprego em agosto.

Intermitente

O relatório mensal do Caged também reforçou a percepção de que os novos contratos criados na reforma trabalhista ganham espaço gradualmente nas empresas. Em agosto, foram criados 3,9 mil empregos intermitentes ante 3,4 mil vagas de julho.

Nesse tipo de contrato, o empregado assina um contrato, mas só trabalha quando a empresa precisa da mão de obra. Entre as ocupações mais comuns nesse contrato, estão assistente de vendas (228 postos em agosto), cuidador em saúde (185) e servente de obras (181).

Os números do Caged também mostraram a abertura de outras 3,1 mil empregos pelo sistema de jornada parcial – quando o trabalho tem carga horária reduzida no dia. Nesse caso, faxineiro (206 empregos), professor de ensino superior (197) e operador de caixa (178) lideraram no mês passado.

No acumulado do ano até agosto, o mercado de trabalho acumulou a geração de 568,5 mil empregos com carteira em todo o País. Esse é o melhor desempenho para o período de oito meses desde 2014.

Apesar dessa melhora, a capacidade da economia de gerar novos postos de trabalho ainda é pequena em relação ao desemprego que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda castiga 12,9 milhões de brasileiros.

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