terça-feira, 18 de junho de 2024
Brasil sobe no ranking das maiores economias

Brasil sobe no ranking das maiores economias

O Brasil subiu uma posição no ranking das maiores economias do mundo em 2022, ficando em 12º lugar.

6 de março de 2023

O Brasil subiu uma posição no ranking das maiores economias do mundo em 2022, ficando em 12º lugar, segundo a agência de risco Austin Rating. O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro somou US$ 1,92 trilhão, ou R$ 9,9 trilhões. Para chegar novamente ao top 10, precisa superar a Itália (US$ 2 trilhões) e o Irã (US$ 1,97 trilhão). Com o resultado, a economia brasileira cresceu menos que o mundo no ano passado.

De acordo com o levantamento, o PIB global subiu 3,2% em 2022. Já o Brasil avançou 2,9% no período. A alta no preço do petróleo no último ano em razão da guerra da Ucrânia contribuiu para alavancar a economia iraniana, segundo a Austin Rating. Os Estados Unidos, a China e o Japão continuam no top 3. A Índia ultrapassou o Reino Unido e avançou uma posição. Já o Canadá e a Rússia passaram a Itália.

Previsões do mercado

O mercado financeiro aumentou a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para este ano pela terceira vez consecutiva. Segundo estimativa do Boletim Focus, divulgada nesta segunda-feira (6/3) pelo Banco Central, o PIB deve fechar o ano com crescimento de 0,85%, ante os 0,84% projetados na semana passada. Divulgado semanalmente, o boletim reúne a projeção de mais de 100 instituições do mercado para os principais indicadores econômicos do país.

Em relação à previsão de inflação para 2023, o Focus manteve a estimativa da semana passada, segundo a qual o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 5,90%. A previsão está acima da meta de inflação para este ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Dessa forma, a meta será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%.

Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa situa-se no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar. O mercado projetou, na estimativa divulgada nesta segunda-feira, que a taxa básica deve ficar em 12,75% ao ano no fim de 2023. Para o fim de 2024, a estimativa do mercado para a Selic se manteve estável, ficando em 10% ao ano.

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Não será publicado.

Últimas Publicações Últimas Publicações