terça-feira, 18 de junho de 2024
Taxa de informalidade é a menor na história de Goiás

Taxa de informalidade é a menor na história de Goiás

A taxa de informalidade atingiu o menor patamar em Goiás, segundo a série histórica do IBGE, iniciada em 2016.

17 de maio de 2024

A taxa de informalidade atingiu o menor patamar em Goiás, segundo a série histórica do IBGE, iniciada em 2016. Passou de 37,2% registrada no quarto trimestre de 2023 para 35,9% no primeiro trimestre de 2024. Trata-se da sétima menor do país.

Em números absolutos, havia em Goiás 1,4 milhão de pessoas na informalidade no primeiro trimestre de 2024. Segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (17/5) pelo IBGE.

A taxa de informalidade considera os empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada; empregados domésticos sem carteira de trabalho assinada; empregadores sem registro no CNPJ; trabalhadores por conta própria sem registro no CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares.

O emprego formal registrou estabilidade na comparação entre o primeiro trimestre de 2024 e o trimestre anterior. Houve aumento apenas no quantitativo de trabalhador no setor público com carteira de trabalho. Passou de 22 mil no quarto trimestre de 2023 para 36 mil, aumento de 63,8%, no primeiro trimestre de 2024.

Taxa de desemprego

Já a taxa de desemprego em Goiás iniciou o ano com estabilidade. De acordo com o IBGE, ficou em 6,1% no primeiro trimestre deste ano, indicando estabilidade estatística em relação ao trimestre imediatamente anterior (5,6%). E também estável em relação ao mesmo trimestre de 2023 (6,7%).

Essa foi a oitava taxa seguida que fica abaixo do patamar de 7%, após a alta no primeiro trimestre de 2022 (8,9%). Em números absolutos, a população desocupada em Goiás foi estimada em 248 mil pessoas, no primeiro trimestre de 2024.

A pesquisa revela também que Goiás possuía 4,1 milhões de pessoas na força de trabalho no primeiro trimestre do ano, com estabilidade em relação ao trimestre anterior. Porém com alta de 2,5% (98 mil pessoas a mais) em relação ao mesmo trimestre de 2023.

A força de trabalho é composta pelos ocupados (incluindo subocupados por insuficiência de horas) e desocupados. Já a taxa de desocupação é o percentual de pessoas desocupadas em relação às pessoas na força de trabalho durante o período analisado.

Rendimento médio

Mais um destaque para Goiás. No primeiro trimestre de 2024, a pesquisa apontou que o rendimento médio de todos os trabalhos foi de R$ 3.137 no estado. Ele ficou acima da média nacional, estimada em R$ 3.123.

O valor de R$ 3,137 representa estabilidade em relação aos períodos anteriores (R$ 3.100 no 4º trimestre de 2023 e R$ 3.014 no 1º trimestre de 2023), de acordo com o IBGE.

Saiba mais: Goiás lidera geração de empregos no Brasil

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