terça-feira, 18 de junho de 2024
Goiás é líder na indústria da construção no Centro-Oeste

Goiás é líder na indústria da construção no Centro-Oeste

A construção de edifícios lidera participação no valor total das obras no estado

29 de maio de 2024

O Estado de Goiás é líder na indústria de construção no Centro-Oeste e está em oitavo lugar no país. É o que revela a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC) 2022, divulgada nesta quarta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A comparação considera o ranking dos maiores valores das incorporações, obras e/ou serviços da construção por unidades da federação para os anos de 2013 e 2022, o mais recente produzido pelo instituto.

Com relação ao Centro-Oeste, Goiás é o primeiro em todos os indicadores avaliados. Destaque para o número de empresas atuantes no estado, que representavam 39,3% do total da região.

Empresas

Em 2022, conforme a pesquisa do IBGE, Goiás tinha 2.471 empresas ativas do setor, com 5 ou mais pessoas ocupadas. Esse número é o maior da série histórica iniciada em 2007.

No quesito pessoal ocupado, o setor contava com 70,2 mil pessoas ocupadas, o maior número dos últimos oito anos anteriores.

Os gastos com salários, retiradas e outras remunerações totalizaram R$ 2,4 bilhões em 2022, valor 15,1% maior do que o registrado em 2021 (R$ 2 bilhões), porém sem ajuste deflacionário.

O estado tem o nono maior valor de salários, retiradas e outras remunerações pagas pelo setor. Em relação ao salário-mínimo, o estado tem a 14ª maior média salarial do país.

Custos

A variável custos das obras e/ou serviços da construção, por sua vez, subiu em relação à representação no Centro-Oeste. Em 2021, era 35,8%, passando para 36,1% em 2022. O valor das incorporações, obras e/ou serviços da construção caiu de 39,1% em relação ao total da região, para 37,3%.

Obras de infraestrutura registraram queda em sua participação percentual, passando de 37,1% para 36,1%.

Os serviços especializados para construção apresentaram aumento de 2,3 pontos percentuais (p.p.), atingindo 18,1% de participação em 2022, o maior da série histórica.

Conforme o IBGE, isso pode ser reflexo de uma crescente demanda por expertise técnica e serviços de alta especialização na execução de projetos de construção. 

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