Em janeiro deste ano, conforme o Caged, os destaques foram os setores de serviços, agropecuária, indústria e construção

O estado de Goiás registrou a criação de 10.733 novos postos de trabalho formais no mês de janeiro deste ano, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (13) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Com o desempenho, registrado no primeiro mês do ano, Goiás alcançou um estoque de 1.630.396 empregos formais. O setor de serviços foi o principal responsável pelo saldo positivo, com a criação de 5.539 novos postos de trabalho.
Em seguida, a agropecuária registrou 2.277 vagas, evidenciando a força do agronegócio para o desenvolvimento econômico do estado. A indústria também apresentou desempenho positivo, com 1.875 empregos formais
Já o setor da construção contribuiu com 1.332 novas vagas, refletindo o avanço dos investimentos e o crescimento das atividades produtivas em Goiás.
Ambiente favorável
Para o titular da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC), Joel de Sant’Anna Braga Filho, os dados reforçam o ambiente favorável ao desenvolvimento econômico no estado.
“O resultado demonstra a força da economia goiana e o trabalho contínuo do Governo de Goiás para estimular investimentos, fortalecer os setores produtivos e ampliar as oportunidades para a população. Seguimos empenhados em criar um ambiente cada vez mais favorável para quem quer empreender, produzir e gerar empregos em nosso estado”, destaca.
Brasil
O Brasil abriu 112.334 vagas formais de trabalho em janeiro. O resultado foi fruto de 2.208.030 admissões e 2.095.696 desligamentos e ficou acima da expectativa de economistas de criação líquida de 92.000 vagas. Com o resultado de janeiro, o estoque de empregos com vínculos formais no país subiu para 48.577.979.
Dos cinco grupamentos de atividades econômicas, quatro registraram saldos positivos em janeiro: indústria (+54.991 vagas), serviços (+40.525), construção (+50.545) e agropecuária (+23.073). O comércio foi a exceção, com saldo negativo de 56.800 empregos formais em janeiro.