quinta-feira, 18 de julho de 2024
Nível da produção industrial goiana bate recorde

Nível da produção industrial goiana bate recorde

Goiás atingiu o maior nível de produção industrial, com 114 pontos. O recorde anterior aconteceu em outubro de 2019.

16 de janeiro de 2024

A produção de veículos automotores em Goiás apresentou crescimento de 31%

Goiás atingiu o maior nível de produção industrial da história, com 114 pontos no índice que mede a série histórica calculada desde 2002. O recorde anterior aconteceu em outubro de 2019, quando atingiu 111,7 pontos. Segundo dados referentes a novembro de 2023 da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os números, validados pelo Instituto Mauro Borges (IMB), também mostram crescimento, em Goiás, de 16,6% na variação interanual. Enquanto que o Brasil avançou apenas 1,3% na comparação com novembro de 2022. O Paraná ficou em primeiro lugar, com um crescimento de 21,2%. A vice-liderança foi ocupada pelo Espírito Santo, com 18,5%. Em terceiro lugar, a indústria goiana.

O cenário positivo foi puxado principalmente por três setores: vestuário (426%), fabricação de veículos automotores (31%) e produtos químicos (22%), respectivamente. A indústria alimentícia figura em 4º lugar (17,8%), impulsionada pela produção do agronegócio.

Acumulado do ano

No acumulado do ano – comparativo de janeiro a novembro de 2023 com o mesmo período de 2022 -, Goiás alcançou aumento de 4,9%. A produção nacional não passou de 0,1%. Neste indicador, o Estado ficou posicionado na quarta colocação.

O diretor-executivo do IMB, Erik Figueiredo, comenta que a tendência da atividade industrial pós-pandemia é um fator muito relevante. “Temos que continuar aprimorando os mecanismos de mercado, para melhorar o ambiente de negócios goianos e intensificar o crescimento da indústria”, diz.

O superintendente de Estudos e Projetos Macroeconômicos do IMB, Sávio Oliveira, afirma que a indústria goiana se encontra em uma “esteira de crescimento” nos últimos três anos. Com aumentos subsequentes de produtividade. Enquanto que o Brasil segue a tendência de estagnação.

Saiba mais: Indústria goiana sobe pela 7ª vez consecutiva

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