terça-feira, 18 de junho de 2024
Vendas do comércio goiano têm a maior queda do país

Vendas do comércio goiano têm a maior queda do país

Cinco das oito atividades pesquisadas pelo IBGGE apresentaram variação negativa nas vendas, com destaque para combustíveis e eletrônicos.

17 de janeiro de 2024

Postos de combustíveis foram o segmento que sofreu maior queda nas vendas em Goiás

As vendas no comércio varejista goiano caíram 4,2% em novembro do ano passado, após a discreta queda de 0,1% em outubro. Com este resultado, Goiás registrou a maior queda no Brasil, informou nesta quarta-feira (17/1) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação a novembro de 2022, o volume de vendas caiu 1,8%, após cinco altas consecutivas. Assim, Goiás mantém pequenos avanços nas variações acumuladas, 0,6% no ano e 0,4% nos últimos 12 meses 9 até novembro do ano passado. No país, as vendas no comércio tiveram discreta alta de 0,1%.

Atividades

Na comparação com novembro de 2022, cinco das oito atividades pesquisadas apresentaram variação negativa no mês. As quedas ocorreram em combustíveis e lubrificantes (-12%); equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-11,4%); móveis e eletrodomésticos (-7%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (- 3,7%); e tecidos, vestuário e calçados (-1,9%).

Em contrapartida, tiveram aumentos as atividades de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (8,4%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (4,9%); e livros, jornais, revistas e papelaria (1,4%).

Varejo ampliado

Conforme o IBGE, o varejo goiano ampliado, por sua vez, apresentou aumento de 0,4% em novembro em relação a outubro do ano passado, devido ao comércio de veículos e peças (25,9%). Na comparação com o mesmo mês de 2022, o índice de volume de vendas subiu 2,2%, após a alta de 2,9% em outubro.

Mesmo assim, as vendas do varejo ampliado em Goiás acumulam quedas de 0,5% e de 0,9% no ano e em 12 meses, respectivamente. As vendas de material de construção caíram (-3,9%), atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-11,6%).

Saiba mais: Comércio goiano prevê incertezas para 2024

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