quarta-feira, 28 de fevereiro de 2024
Fieg quer fatia dos R$ 300 bilhões para indústria goiana

Fieg quer fatia dos R$ 300 bilhões para indústria goiana

O levantamento das demandas e dos projetos para viabilizar recursos para a indústria goiana será apresentado no dia 26 de fevereiro.

12 de fevereiro de 2024

Sandro Mabel: “O importante agora é sairmos na frente para não perder recursos importantes ao fortalecimento da indústria goiana”

A Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) realiza estudos e projetos que possibilitem a Goiás conquistar uma fatia dos R$ 300 bilhões do plano Nova Indústria Brasil. A implementação do programa federal está prevista para os próximos quatros anos.

A apresentação das demandas e dos projetos para viabilizar recursos para a indústria goiana acontecerá em 26 de fevereiro. A entrega consolidada das ações está prevista para 29 de fevereiro.

Liderados pelos Conselhos Temáticos e Câmaras Setoriais da área técnica da Fieg, os GTs terão discussões e projetos pautados de acordo com as missões: (1) Cadeias agroindustriais, (2) Saúde, (3) Infraestrutura, saneamento, moradia e mobilidade, (4) Transformação digital da indústria, (5) Bioeconomia, descarbonização e transição energética e (6) Soberania e Defesa Nacional.

“Precisamos agir de forma objetiva, considerando o texto do plano lançado pelo governo federal. Sabemos que muitos pontos precisam passar por aperfeiçoamento. Mas o importante agora é sairmos na frente para não perdermos recursos importantes ao fortalecimento da indústria goiana”, afirmou o presidente da Fieg, Sandro Mabel.

Outros temas

Paralelamente, segundo ele, acontecerá articulação para discutir questões cruciais à competitividade, sobretudo considerando o momento pós-reforma tributária. Dentre essas questões, estão o estabelecimento de uma carga tributária mais justa, que dê competitividade à indústria manufatureira e extrativa, respeitando as regionalidades.

Também serão considerados investimentos em infraestrutura, proporcionando o escoamento da produção; agregar maior valor a exportadora brasileira, garantindo beneficiamento de commodities. Além da redução da taxa de juros e desconcentração do mercado bancário no Brasil.

Leia também: Indústrias goianas têm o 3º maior aumento do país

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