
Até o final de 2026, o setor de higiene e cuidados pessoais deve movimentar mais de R$10,6 bilhões em Goiás. De acordo com o IPC Maps, fonte especializada em potencial de consumo dos brasileiros há mais de 30 anos, o estado ocupa a 8ª posição no ranking nacional.
A pesquisa levou em conta despesas com artigos como perfume, creme, bronzeador, maquiagem, sabonete, papel higiênico, absorvente e desodorante, além de outros produtos para cabelo, pele, boca e unha.
Na liderança do ranking nacional, o estado de São Paulo responderá sozinho por R$ 66,6 bilhões das despesas; seguido por Minas Gerais com R$ 25 bilhões; Rio de Janeiro e seus R$ 17,7 bilhões; e Rio Grande do Sul com R$ 15 bilhões, praticamente empatado com a Bahia, que soma R$ 14,8 bilhões nos gastos das famílias com beleza e higiene.

Brasil
Até o final de 2026, o setor de higiene e cuidados pessoais brasileiro deve movimentar cerca de 6,8% a mais que em 2025, totalizando R$258,8 bilhões.
Já a quantidade de comércio varejista, que engloba cosméticos, artigos médicos e óticas, passou de 312.439 para 339.050 estabelecimentos, um aumento de 8,5% na comparação com 2025.
As classes C e B da sociedade brasileira destacam-se como as maiores consumidoras deste tipo de produto, consumindo respectivamente R$177,3 bilhões e R$82,1 bilhões.
O agregado das classes D e E vem logo atrás, com R$37,2 bilhões. A classe A terá o menor consumo, com R$22,1 bilhões; porém, conta com o maior aumento em relação ao ano passado entre as classes, com 17,2%.